domingo, 17 de julho de 2016

IMPEACHMENT

Procuradoria diz que Dilma não cometeu crime de responsabilidade


A conclusão consta de despacho do procurador Ivan Marx, ao analisar o Processo de Investigação Penal proveniente da PGR (Procuradoria Geral da República) e encaminhado ao MPF (Ministério Público Federal) no Distrito Federal.


PUBLICADO EM 14/07/16 -  
A Procuradoria da República do Distrito Federal entendeu que os ministros da área econômica incorreram em ato de improbidade administrativa ao atrasar o repasse de recursos da União para o Banco do Brasil, para o financiamento do Plano Safra, em 2015. As informações são da Agência Brasil.A conclusão consta de despacho do procurador Ivan Marx, ao analisar o Processo de Investigação Penal proveniente da PGR (Procuradoria Geral da República) e encaminhado ao MPF (Ministério Público Federal) no Distrito Federal depois que os ministros do governo Dilma Rousseff  perderam os cargos com o afastamento da presidenta e, consequentemente, o foro privilegiado.O processo, que se originou a partir de uma representação aberta com base em notícias veiculadas pela imprensa e de indícios de irregularidades apontados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), está no MPF/DF desde o dia 17 de maio. O procurador, no despacho, concluiu que não houve operação de crédito no atraso do repasse. Com isso, o processo agora será arquivado.Jornal . 

Crédito: Jornal O Tempo.                                                                                                         

Temer é condenado pela Justiça Eleitoral e fica inelegível por 8 anos, diz jornal

Situação não impede que vice-presidente assuma governo caso Dilma Rousseff seja afastada.
Do R7
Michel Temer foi condenado pelo TRE-SPAndré Dusek/Estadão Conteúdo
Condenado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) por fazer doações eleitorais a correligionários acima do permitido, o vice-presidente Michel Temer está inelegível pelos próximos oito anos. 
A informação foi veiculada na noite desta quarta-feira (4) pelo blog do jornalista Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo.
A decisão do TRE-SP ocorreu na última terça-feira (3). Como a condenação foi decidida por um órgão colegiado, Temer enquadra-se na Lei da Ficha Limpa.
De acordo com o blog do jornalista, em 2014 Temer doou R$ 100 mil a dois candidatos peemedebistas a deputado federal no Rio Grande do Sul. O valor equivaleria a 11,9% da renda do vice (de R$ 839.924,46), acima do teto de 10% estipulado pela lei eleitoral.ar                                                                                                                O TER-SP determinou que Temer pague R$ 80 mil de multa.                                                                                                                                                                                               Ainda cabe recurso. Se o TSE reverter a decisão, o vice volta a ficar elegível.                                                                                                                                                                      Ao blog do jornalista, a assessoria do vice-presidente disse que Temer pretende pagar a multa com recursos próprios. De acordo com a assessoria, isso já livraria o vice do enquadramento na Lei da Ficha Limpa.
 Crédito R7 noticias.

Dois meses de golpe neoliberal: contra o povo e a democracia.


João Pedro Stedile


O segundo núcleo, lumpenburguês*, é formado pelos parlamentares dos partidos conservadores e liderados por Cunha-Temer-Jucá / Lula Marques/Agência PT

Segundo economistas, os golpistas estão disputando R$ 200 bi do orçamento
O Brasil vive uma grave crise econômica, política, social e ambiental, mas já passamos por crises históricas semelhantes nas décadas de 30, 60 e 80. Todas elas exigiram grandes debates na sociedade, enorme participação política e disputas típicas da luta de classe. Seu desenlace sempre foi lento e só se concretizou em torno de um novo projeto, que conseguisse aglutinar uma base social para o  sustentar, ou por meio de ações militares comandadas pelas classes dominantes.
E neste momento? O que está acontecendo? 
A classe dominante não tem um projeto de país. O governo Temer/Cunha é apenas uma tentativa de aplicar rapidamente medidas de interesse de uma fração da classe capitalista, que está dividida em três núcleos de direção política.
Um núcleo do poder econômico, que é hegemonizado pelo capital financeiro e pelas empresas transnacionais, quer aplicar a receita neoliberal. Mas é um projeto antinacional e antipopular. 
Ver matéria completa: Brasil de Fato .

sábado, 16 de julho de 2016

Educadores reagem a Escola sem Partido’


Projetos de lei que impedem manifestações ideológicas em sala tramitam pelo País

Agência Estado                                                                  10/7/2016

Colégios tradicionais de SP se manifestaram contra os projetosPedro Ribas/ ANPr/Fotos Públicas
No momento em que ganham força e se alastram pelos Legislativos do País, os projetos de lei que dizem defender a "neutralidade do ensino", por meio da proibição da "doutrinação ideológica" nas escolas, começam a ter a sua legitimidade questionada.
Nesta semana, 20 dos colégios particulares mais tradicionais de São Paulo se manifestaram contra os projetos — entre eles, Santa Cruz, Mackenzie, Bandeirantes e Vera Cruz —, argumentando que eles podem "cercear e até inviabilizar o trabalho pedagógico".
São quatro projetos do tipo na Câmara dos Deputados e um no Senado, além de propostas em 7 Assembléias Legislativas e 12 Câmaras Municipais. Quase todos os projetos reproduzem o texto do programa Escola sem Partido, idealizado em 2004 pelo advogado Miguel  Nagib, procurador paulista.


 Ver matéria completa :   R7 noticias.
Escola sem partido ou como a direita está disputando a educação
Beatriz Cerqueira20 de Junho de 2016 - coordenadora-geral do Sind-UTE/MG e presidenta da CUT/Minas.

Há um forte propósito de criminalizar o professor
Durante os debates do Fórum Estadual de Educação, realizado recentemente em Minas Gerais, tive a oportunidade de ler e escutar os argumentos daqueles que defendem o  “Escola Sem Partido”. Acompanhando as lutas em vários estados, já sabia que esse é um projeto articulado, nacionalmente, não idéias de um grupo de pais desarticulados que "só" querem participar da escola e estão preocupados com a educação dos filhos.

Há um forte propósito de criminalizar o professor, que assim perde a condição de docente e passa a ser um transmissor do conteúdo que a “família” autoriza expressamente que pode ser transmitido. E que seria vigiado para não “ultrapassar” o limite. O que eu ainda não tinha percebido e depois de ver, ler e ouvir eu entendi, é que a estratégia desse grupo é colocar pais contra os professores e atacar a escola pública.

Afirmam que o aluno "é a parte mais fraca na relação de aprendizagem" colocando o professor na condição de opressor. Discursam que os pais têm o direito de participar da escola, como se nós não defendêssemos a participação da comunidade na vida escolar, na elaboração do projeto político-pedagógico da escola e como se, até agora, fossem impedidos dessa participação.
Na verdade, o que fazem é colocar o pai e a mãe contra o professor, defendendo que devem ter o direito de ir à escola e vigiá-lo, decidir se a avaliação que ele elabora pode ou não ser aplicada, se o livro indicado para a leitura pode ou não ser lido, se o livro didático adotado pode ou não ser utilizado! Criam uma falsa contraposição entre professor e pais. Mas fazem mais.
Ver matéria completa no Brasil de Fato.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mortes de policiais em Dallas retomam o debate racial

  

Barack Obama decidiu encurtar sua viagem a Europa.
Franco-atirador matou cinco policiais e feriu nove pessoas.
(...) Os apelos de calma e tolerância se multiplicam nos Estados Unidos, um país em estado de choque com o massacre de policiais, aparentemente cometido por um atirador solitário, com um desejo de vingar os abusos das forças de segurança contra os negros.
O vice-presidente Joe Biden afirmou neste sábado que, "como americanos, estamos feridos por todas estas mortes".

Os agentes mortos e os feridos "estavam protegendo os que protestavam pacificamente contra as injustiças raciais no sistema criminal de justiça. Estas pessoas marchavam contra o tipo de imagens chocantes que vimos em St. Paul e Baton Rouge - que temos observado com muita frequência em outras partes - de muitas vidas negras perdidas".

 Homem segura faixa com a mensagem ‘Black Power’ durante um protesto em Dallas, no Texas, na noite de quinta-feira (8). Franco-atiradores deixaram cinco policiais mortos e seis feridos (Foto: Laura Buckman / AFP)

O único suspeito, morto pela polícia horas depois do massacre da noite de quinta-feira em Dallas, foi identificado como Micah Johnson, um ex-soldado negro de 25 anos que não tinha antecedentes criminais, reservista do exército e que esteve no Afeganistão entre novembro de 2013 e julho de 2014.
Johnson foi morto após um grande cerco policial, que incluiu o  uso de um robô co m explosivos.
Na sexta-feira (8/12) aconteceram manifestações em Houston, Nova Orleans, Detroit, Baltimore e San Francisco, após as mortes de dois negros em ações da polícia durante a semana, em operações filmadas na Louisiana e em Minnesota.
                             Bandeira dos EUA fica a meio mastro nesta sexta em frente ao Departamento de Polícia de Nova York, em homenagem às vítimas de Dallas. (Foto: Mike Segar/Reuters)

Crédito: G1 noticias.

“Clinton ou Trump não irão enfrentar a questão racial nos EUA”, afirma ativista negro
Robert Baker, da Liga dos Eleitores Jovens, teme que candidatos deixem discussão de lado
Rafael Tatemoto
Redação, 13 de Julho de 2016                 
Protesto do Black Lives Matter / Tony Webster

A questão racial nos Estados Unidos (EUA) foi reacendida nos últimos anos. Desde Ferguson, novos casos de violência policial contra pessoas negras ganharam grande projeção. Além disso, uma nova onda de ativismo surgiu em torno do movimento Black Lives Matter [Vidas Negras Importam].
Na última semana, um tiroteio em Dallas durante um protesto contra as mortes de Alton Sterling e Philando Castile - ocorridas em Louisiana e Minnesota, respectivamente - chocou o país. O Brasil de Fato conversou com Rob “Biko” Baker, diretor-executivo da League os Young Voters [Liga dos Eleitores Jovens] organização que estimula a participação de jovens negros nas eleições.
Baker falou sobre violência policial, a administração do governo de Barack Obama e as perspectivas abertas pelas eleições presidenciais. Confira abaixo.
 Brasil de Fato - Desde Ferguson, a questão racial voltou com força ao debate público nos EUA. Por outro lado, a violência policial continua. Como você avalia a evolução desse tema na política estadunidense?
Robert Baker - Eu acredito que o debate mudou, tanto ao nível da base das organizações militantes como na mídia. Não é mais aceitável deixar de lado a opressão que as pessoas negras pobres enfrentam. Questões como a violência policial – e a resposta consistente através dos protestos – forçaram as pessoas a prestar atenção. Entretanto, à medida que as massas acordam, é essencial que nós ampliemos a discussão abordando outros aspectos do sistema que marginaliza as pessoas negras. Nós não podemos continuar presos a um padrão de ação reativa.

Ver matéria completa: Brasil de Fato.

domingo, 10 de julho de 2016

Líder dos industriais defende até 80 horas de trabalho semanais


Robson Braga de Andrade, da Confederação Nacional da Indústria, diz que é preciso “mudanças duras” também na Previdência.Pedro Peduzzi e Ana Cristina Campos Agência Brasil,Michel Temer se reuniu com mais de 100 empresários durante duas horas na sede da Confederação Nacional da Indústria / Antonio Cruz/ Agência Brasil.

Após mais de duas horas de reunião com o presidente interino Michel Temer e com cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse hoje (8) que, para o governo melhorar a situação do déficit fiscal, serão necessárias “mudanças duras” tanto na Previdência Social quanto nas leis trabalhistas. Temer deixou o evento sem falar com a imprensa.
O presidente da CNI citou como exemplo a França, onde as leis trabalhistas estão sendo discutidas.
“Vimos agora o governo francês, sem enviar ao Congresso Nacional, tomar decisões com relação às questões trabalhistas. No Brasil, temos 44 horas de trabalho semanal. As centrais sindicais tentam passar esse número para 40. A França, que tem 36 passou, para a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho (na verdade, são 60 horas semanais). A razão disso é muito simples. A França perdeu a competitividade de sua indústria com relação aos demais países da Europa. Agora, está revertendo e revendo suas medidas, para criar competitividade. O mundo é assim e temos de estar aberto para fazer essas mudanças. Ficamos ansiosos para que essas mudanças sejam apresentadas no menor tempo possível”, argumentou o empresário.
Edição: Armando Cardoso.
Ver matéria na integra jornal Brasil de Fato.


Aumentar a idade de aposentadoria é uma proposta irrealista.
Entenda os problemas dos argumentos a favor do aumento da idade de aposentadoria, cerne da reforma da Previdência proposta por Michel Temer.
por Carlos Drummond — publicado 05/07/2016. Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Fotos Públicas
Reunião dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, do Trabalho, Ronaldo Nogueira e do Planejamento, Dyogo Oliveira, com centrais sindicais aliadas. Proposta governista foi rejeitada.
O adiamento, na terça-feira 28, do envio da proposta de reforma da Previdência ao Congresso pelo presidente interino Michel Temer é o segundo fracasso desse ponto da pauta socioeconômica mais regressiva de uma administração federal desde os anos 1990.
O cerne da proposição, de elevação da idade mínima de aposentadoria, foi recusado pelas centrais sindicais aliadas, convocadas pela segunda vez a ratificar a fórmula de Temer e do presidente do Banco Central. Aumentar a idade de aposentadoria é irrealista não só pela dificuldade de implantação, como mostra a reação até de parceiros, mas devido também a falta de correspondência entre os argumentos e a realidade em diversos aspectos, em um descasamento certamente não fortuito:                                   .  A comparação absurda entre o Brasil e países avançados (...)                                                                                                                                                 . Aos 50 anos, o trabalhador brasileiro está exaurido (...)

  . A idade mínima já aumentou com a regra 85/95 (...)

   . Sem manipulações contábeis, há superávits, não déficits (...)

  . As contribuições previdenciárias são “brutalmente sonegadas pelas empresas”(...)
                                   
 Crédito: carta Capital. Ver matéria na íntegra.


“Não se bate em mulher”

Mãe faz filho pedir desculpas para colega de escola: “Não se bate em mulher”
  http://2.gravatar.com/avatar/5ffa2857fd2d30d7c71330f61ee29e18?s=40&d=mm&r=gAndreia Landa Pandim22.803 Views


A postagem de uma mãe viralizou nas redes sociais, quando ela obrigou seu filho de 4 anos levar flores para a coleguinha que ele empurrou, além de conversar com o menino e ensina-lo que não pode bater em mulher, Tata Carvalho fez questão de faze-lo levar vaso de flores e um pedido de desculpas para a coleguinha.
No seu perfil no Facebook, ela publicou “Depois de muita conversa, castigo ontem, hoje foi o dia de levar flores para a coleguinha que ele empurrou ontem na escola. #naosebateemmulher #sóflores #sócarinho #vaiserumprincipe #nãoéfácil”.

A postagem já recebeu mais de 50 mil curtidas e Tata recebeu vários elogios, como uma pessoa que escreveu “Parabéns Tata Carvalho linda a sua atitude meus parabéns…farei o mesmo qdo o meu filho crescer bjs.” e milhares de parabéns. Um bom exemplo né ?
 Crédito: R7 noticias.   

Marcha das Vadias percorre ruas de Belo Horizonte pelo fim da cultura do estupro.

A marcha surgiu em Toronto após um policial sugerir que "vadias" se comportassem para que não fossem atacadas
Belo Horizonte,  Ato teve início na Praça da Estação e dispersou no centro da capital mineira / Sô Fotocoletivo.

Marcha do quê? Das vadias! Mas isso é xingamento! Sim. Assim como puta, piranha, biscate ou “novinha”. Se as mulheres são seres marcados e oprimidos pela sociedade machista e patriarcal, que elas possam se remarcar e ser o que quiserem ser: bela, recatada, do lar (aff)! Mas também puta, da rua, da luta.
E marcharemos. Marcharemos até que todas  sejamos livres.
A Marcha das Vadias surgiu em 2011, depois que o policial – segurança de uma universidade em Toronto, no Canadá, disse “para as vadias se comportarem para não ser atacadas”. Ele se referia à onda de estupros que estava ocorrendo lá. As vadias eram as mulheres vítimas dos ataques. O caso indignou as mulheres, que criaram a Marcha das Vadias para denunciar a cultura do estupro. Ela existe, não adianta negar. Assim como o machismo, e precisa ser extinta. A pauta é das mais urgentes.
A cada minuto uma mulher é violentada no Brasil. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e são assustadores. No mês seguinte ao caso de Toronto, as mulheres no Brasil passaram a marchar também. Em vários países elas marcham contra a cultura do estupro.
O ato começou espremido na Praça da Estação, pois o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, alugou a praça pública e assim “ela é privada hoje, e não pública”, como disse o funcionário que ajudava na desmontagem da estrutura que havia no local. Na saída da Marcha das Vadias, o batuque do Bloco Bruta Flor e Tambores de Luta foi  abafado por um som ligado bem na hora na tal estrutura. Estávamos ali há mais de uma hora e nada de som até ali. Coincidência não?
Mas marchamos.
Marchamos por respeito a vida de todas as mulheres.
Marchamos pelo fim da cultura do estupro. Pela legalização do aborto. Pela igualdade. Pela maternidade como escolha, e não imposição. Pela vida de todas as mulheres. Marchamos contra o golpe em curso e em repúdio a políticos corruptos, machistas e homofóbicos: “Ei Temer, não sou da sua laia. Fora Cunha, Bolsonaro e Malafaia”.
E marchamos. Denunciamos. Brigamos. Piadas machistas não podem mais ser toleradas. É preciso revidar. Um homem não pode afirmar que uma mulher gosta de “piroca”. Isso é invasão, é desrespeito, é a cultura do estupro no seu sentido mais “desenhado”. E não, você não diz o que a novinha quer, só ela sabe e o querer é dela.
 Crédito: Brasil de Fato

sábado, 9 de julho de 2016


Emenda de Padre João pode  beneficiar agricultores atingidos pelo rompimento da barragem em Mariana.              site do padre João

“O deputado Federal Padre João, cumprindo a missão de legislar e fiscalizar apresentou emenda à medida Provisória 733/2016 que autoriza a liquidação e renegociação do crédito rural. A emenda visa atender especificamente os agricultores familiares que tiveram suas atividades invibializadas pelo rompimento da barragem no município de Mariana, em novembro de 2015”. 
Segundo Padre João, os agricultores e agricultoras familiares tiveram enormes perdas na agricultura, pecuária e em projetos de hortaliças. A fonte de renda foi perdida e muito agricultores não tem como honrar seus compromissos com os bancos.
Pela proposta, a governo perdoaria a dívida dos agricultores e cobraria o valor, sendo ressarcido pela empresa responsável pelo crime socioambiental.
“É uma medida justa que visa amenizar as perdas sofridas pelos agricultores familiares dos municípios afetados pelo crime da Samarco/Vale/BHP Billiton. É muito triste, você acordar e ver todo seu patrimônio, sua fonte de renda e de sobrevivência destruída. E ainda com dívida para pagar. É um transtorno. Uma tragédia. Por isso, estamos apresentando esta emenda para fazer justiça e dar tranquilidade a estas pessoas. Vamos trabalhar para que seja aprovada,” afirma Padre João”.

Transcrito do site do padre João

Ministério Público descobre obra não autorizada da Samarco em Mariana
Intervenções são em lago atrás de dique construído para conter rejeitos. 
Mineradora retirou ilegalmente terra e madeira de área de Mata Atlântica.
Do G1 MG

O Ministério Público de Minas Gerais descobriu uma obra não autorizada da mineradora Samarco – cujas donas são a Vale e a anglo-australiana BHP – em Mariana, na Região Central do estado. As intervenções são em um lago atrás do dique S3, construído pela Samarco para evitar que rejeitos de minério da barragem rompida de Fundão continuem descendo para os rios. O desastre, ocorrido em novembro de 2015, completa oito meses nesta terça-feira (5).
Os promotores de Justiça afirmam que já foram usados no local quase sete mil m³ de terra, o que é considerado perigoso. Conforme apuração da promotoria, o volume foi usado para aterrar o lago. A mineradora ainda usou terra e madeira tiradas ilegalmente de uma área de Mata Atlântica.

Ler matéria completa G1-MG

quarta-feira, 6 de julho de 2016

DIA DA COBRANÇA


Protesto cobra do governo pagamento retroativo do reajuste de 11,36% concedido pelo MEC em janeiro; em BH, categoria se reuniu na Cidade Administrativa.
PUBLICADO EM 06/07/16 - 12h10
GUSTAVO LAMEIRA
Paralisação vai durar 24 horas.

Trabalhadores da rede estadual de ensino paralisaram as atividades em Minas Gerais por 24 horas nesta quarta-feira (6). Em Belo Horizonte, o protesto aconteceu na Cidade Administrativa, bairro Serra Verde, região Norte, com caravanas vindas de diversas regiões do Estado. 
De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), o "Dia Estadual de Cobrança" tem diversas reivindicações, a principal delas é o pagamento retroativo do reajuste anual de 11,36%, concedido pelo Ministério da Educação (MEC) em janeiro. O aumento foi incorporado à folha de pagamento, mas a quantia referente aos meses de fevereiro, março e abril ainda está pendente, informou a assessoria do sindicato.

Ver matéria completa: Jornal O Tempo.


Dia de cobrança ao governo do Estado.
 Site Sind UTE/MG


De volta à Cidade Administrativa, trabalhadores/as em educação, vindos de todas as regiões do Estado, e sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores/as em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), realizaram o Dia de Cobrança ao Governo do Estado, nessa quarta-feira, 6 de julho. O dia foi de paralisação das atividades nas escolas estaduais, Superintendências Regionais de Ensino e Órgão Central

A concentração teve início às 10 horas da manhã. Com apitaço, faixas e muita disposição, os manifestantes se mobilizaram na Cidade Administrativa que chega a receber por dia cerca de 30 mil pessoas.  “Estamos fazendo esse dia de manifestação, com paralisação total de atividades, para cobrar do governo do Estado vários compromissos assumidos e pendentes até agora com a categoria”, disse a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira.

De acordo com a direção do Sindicato, o que motivou a mobilização deste dia foram demandas do Acordo assinado entre o Governo do Estado e a categoria, por meio do Sindicato em maio de 2015, e que ainda estão pendentes de cumprimento. São elas:
- o pagamento do retroativo do reajuste de 11,36% do Piso Salarial Profissional Nacional (fevereiro, março e abril deste ano);

- progressões na carreira a partir de janeiro deste ano;

- promoções na carreira desde setembro de 2015;

Além disso, o governo assumiu compromisso com correção das distorções das carreiras das Superintendências Regionais de Ensino (SREs), após uma greve de 86 dias do setor, em 2015.  Até então, nada disso foi encaminhado.


Não aceitamos pagar a conta


A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG lembrou que este ano já foram realizadas sete agendas com o governo cobrando o pagamento do retroativo do reajuste. Ela afirmou que a proposta apresentada é parcelar em 12 vezes o pagamento referente ao retroativo do reajuste do Piso Salarial dos meses de janeiro, fevereiro e março. “Essa não é uma proposta que consideramos sequer possível de ser debatida. Não temos dúvidas de que todas as categorias são importantes, mas não aceitamos que a educação, que está na base da pirâmide, que tem a pior média de remuneração salarial do funcionalismo público, pague essa conta”, justificou.

06.07.16 -  A luta é necessária! Diz Beatriz Cerqueira a trabalhadores/as em Educação mobilizados na Cidade Administrativa


Ver matéria na íntegra site Sind UTE/MG


 ANTICORRUPÇÃO

Temer vai retirar urgência de pacote anticorrupção de Dilma, diz líder

O anúncio da retirada de urgência foi feito após reunião de Temer com líderes da base aliada. 
Luciano Nascimento - Agência Brasil , Propostas com urgência constitucional ganham prioridade de votação, podendo, inclusive, trancar a pauta da Câmara enquanto não forem discutidas. / Valter Campanato/Agência Brasil
O líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), disse nesta terça-feira (5) que o governo do presidente interino, Michel Temer, vai retirar a urgência constitucional de cinco projetos encaminhados pela presidenta afastada Dilma Rousseff, entre eles três do chamado pacote de combate à corrupção. Propostas com urgência constitucional ganham prioridade de votação, podendo, inclusive, trancar a pauta da Câmara enquanto não forem discutidas.
O anúncio foi feito após reunião de Temer com líderes da base aliada. A urgência deverá ser retirada amanhã (6), a tempo de possibilitar que o governo vote projetos que considera importantes, como o que trata da renegociação das dívidas dos estados. “Se não retirarmos essas urgências amanhã não poderemos avançar em matérias consideradas importantes para o governo como a questão da lei de governança dos fundos [de pensão], no requerimento de urgência [para votação do projeto] de renegociação das dívidas dos estados e por conta disso levamos a sugestão ao presidente”, disse Moura.
Ver noticia completa: Brasil de Fato.