segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

VIOLÊNCIA DE GÊNERO


Mulher morre na Argentina após ser estuprada e empalada .
Feminicídio causa comoção na província de Misiones, no nordeste do país.

‘Quarta-feira negra’ contra a violência machista, em 19 de outubro.  EFE


A argentina Irma Ferreyra da Rocha não conseguiu resistir ao ataque sexual que sofreu na madrugada do último sábado na província de Misiones (nordeste da Argentina). Um morador da localidade de Villa Bonita alertou a polícia depois de encontrar a mulher moribunda, pedindo ajuda, em uma estrada vicinal. “Tinha as calças baixadas na altura dos joelhos e um ramo enfiado em uns trinta centímetros por via anal”, afirmou, por telefone, um porta-voz da polícia. “O sangramento que sofreu ali foi determinante para a sua morte”, acrescentou. Ferreyra da Rocha agonizava ao ser transportada emergencialmente para um hospital. Submetida a três cirurgias, não pôde ser salva, morrendo na tarde do domingo em decorrência de uma parada cárdio-respiratória.
Seu feminicídio causou comoção, mais uma vez, na Argentina, onde uma mulher é assassinada a cada 30 horas por violência machista. Nesta segunda-feira, a polícia prendeu A. E., de 27 anos, como suposto autor do crime. Segundo a investigação, o suspeito, apelidado de El Porteño, chegou há alguns meses de Buenos Aires e mantinha relacionamento com a vítima, de 47 anos, mãe de sete filhos. A polícia investiga se Ferreyra da Rocha deixou junto a festa onde foi vista pela última vez junto com ele, que a teria levado até o túnel onde ocorreu a agressão sexual.
Ver matéria completa no El País.

Coro do Exército Vermelho, um símbolo da Rússia no mundo
Uma fotografia do coro do Exército Vermelho e flores, na sede do conjunto, em Moscou, em 25 de dezembro de 2016 - AFP
AFP
25.12.16 - 12h19

Entre as 92 pessoas que viajavam a bordo do avião militar russo que caiu neste domingo no Mar Negro, cerca de 60 eram membros do coro do Exército Vermelho, um símbolo da Rússia que recebe aplausos no mundo todo.
Fundado em 1928, o Conjunto Alexandrov, conhecido em suas turnês como o coro do Exército Vermelho, reúne cerca de 200 cantores, músicos e dançarinos.
Seu repertório tem mais de 2.000 obras – canções folclóricas, composições em homenagem à URSS, música sacra e alguns sucessos internacionais -, que interpretam com suas vozes potentes, acompanhadas de coreografias repletas de acrobacias.
O conjunto, um dos poucos que se apresentava no exterior durante a época soviética, também fez centenas de concertos na URSS, gravou dezenas de discos e se impôs como uma presença habitual nas festas públicas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, seus músicos não descansavam. Fizeram mais de 1.500 apresentações para os soldados soviéticos em zonas de combate e nos hospitais.
Seu fundador, o general e compositor Alexandre Alexandrov, dirigiu o coro durante 18 anos, e foi sucedido pelo seu filho Boris, que liderou o conjunto entre 1946 e 1987.
Seu diretor atual, Valeri Khalilov, estava no avião que caiu neste domingo no Mar Negro quando se dirigia à base aérea russa de Hmeimim, perto de Latakia, no noroeste da Síria, onde iam celebrar o Ano Novo com os soldados.
Ver matéria completa no Portal Terra

sábado, 24 de dezembro de 2016

Festividades do Natal

Papa afirma que festividades do Natal soam falsas em um mundo em guerra
  19/11/2015 17h54 Cidade do Vaticano
 Da Agência Lusa
O papa Francisco afirmou hoje (19), em uma homilia no Vaticano, que as festividades de Natal soam falsas em um mundo que escolheu “a guerra e o ódio”.
“Estamos perto do Natal: haverá luzes, festas, árvores iluminadas, presépios, (…) mas é tudo falso. O mundo continua em guerra, fazendo guerras, não compreendeu o caminho da paz”, lamentou o pontífice, na homilia da missa matinal, no dia em que foi instalado na Praça de São Pedro um grande pinheiro para as festividades natalinas.
“Existem hoje guerras em toda a parte e ódio. (…) E o que resta? Ruínas, milhares de crianças sem educação, tantos mortos inocentes. E tanto dinheiro nos bolsos dos traficantes de armas”, completou o papa. Para Francisco, a guerra é a escolha de quem prefere as “riquezas” ao ser humano.
“Os que lançam a guerra, que fazem as guerras, são malditos, são delinquentes”, disse o pontífice, para quem não há argumentos que justifiquem a atual situação do mundo.
“Devemos pedir a graça de chorar por este mundo, que não reconhece o caminho para a paz. Para chorar por aqueles que vivem para a guerra e que têm o cinismo de o negar”, acrescentou.
O pinheiro com 25 metros de altura instalado na Praça de São Pedro é oriundo da terra natal do antecessor do papa Francisco e atual papa emérito, Bento XVI, o estado da Baviera, no Sul da Alemanha.
A árvore será enfeitada com ornamentos feitos por crianças com câncer que estão internadas em vários hospitais italianos. Este ano, o presépio do Vaticano será composto por 24 figuras em tamanho natural, esculpidas em madeira e pintadas à mão.
Ao lado das figuras habituais da história do nascimento de Jesus, a composição terá também esculturas de pessoas comuns, como um homem ajudando uma idosa.
Edição: Juliana Andrade


A  REGRA DE OURO DO CRISTIANISMO:  "AMAR  AO PRÓXIMO COMO A TI  MESMO."


Sindicato das teles pagou viagem de parlamentares a Barcelona

Excursão seria “lobby” para aprovação de presente bilionário às empresas do setor, diz revista

Do R7 

23/12/2016 às 21h07 (Atualizado em 23/12/2016 às 21h09).


Na viagem, congressistas tiveram direito a passagens e diárias em hotéisReprodução internet

O Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal) que representa as empresas de telefonia do País, pagou uma viagem para levar 11 parlamentares brasileiros para Barcelona, na Espanha. A viagem teria sido realizada no mês de fevereiro, quando a cidade espanhola sediou o congresso mundial do setor de telefonia.
De acordo com as informações, publicadas na edição desta semana da Revista Veja, os congressistas tiveram direito a passagens e diárias em hotéis na cidade espanhola. Os senadores presentes no encontro ainda ganharam R$ 5.000 do Congresso Nacional em diárias.
A publicação revela que participaram da viagem os senadores Jorge Viana (PT-AC), Walter Pinheiro (PT-BA) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES), além dos deputados federais Jerônimo Georgen (PP-RS), Edinho Bez (PMDB-SC), Eros Biondini (Pros-MG), Sandro Cruz (PSD-PR), Eduardo Cury (PSDB-SP), Jorge Tadeu (DEM-SP), Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) e Victor Lippi (PSDB-SP).

A revista ressalta que o pagamento da viagem seria um lobby para a aprovação da PLC (Projeto de Lei da Câmara) 79/2016, que prevê um repasse de R$ 100 milhões para as empresas de telefonia do País.

O projeto, que passou silenciosamente pela Câmara e pelo Senado Federal, seguiria para a sanção do presidente Michel Temer (PMDB), mas um mandato de segurança foi aceito nesta sexta-feira (23) pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, e o Congresso deverá explicar a tramitação relâmpago da matéria nas duas Casas. Com o despacho de Cármen, o Senado tem dez dias para se manifestar sobre o caso e a lei não pode seguir para a sanção presidencial.


Ao longo da semana, diversas entidades de defesa do consumidor se posicionaram contra a possível sanção da matéria. A Coalizão Direitos da Rede, um conglomerado de organizações da sociedade civil que se preocupa com a liberdade e o acesso à internet no Brasil, alertou que a aprovação do projeto “pode elevar preços e deixar interior desconectado”.


Transcrito do R7 Noticias.


Choque de realidade
Pagando o pato


O aumento da confiança com o impeachment não melhorou a economia, descobre a Fiesp
inShare  por Luiz Gonzaga Belluzzo — publicado 22/12/2016 00h24

Everton Amaro/Fiesp
Everton Amaro/Fiesp
A sede da Fiesp, na Paulista, aglutinou os patos do impeachment em torno do pensamento mágico do fora Dilma, mas "a retomada" virou pataquada. 

Depois das exibições do pato na Avenida Paulista para “animar” o impeachment de Dilma Rousseff, a Fiesp descobriu quem está pagando as façanhas do próprio anatídeo. No popular, as empresas brasileiras estão pagando o pato. Assim o demonstra o excelente e certeiro estudo do Departamento de Competitividade e Tecnologia da federação que congrega os industriais paulistas.
Já na abertura, o estudo desfia as razões das graves dificuldades financeiras vividas pelas empresas:
“A melhora da confiança que vimos com a mudança de governo não está se transformando em melhor desempenho da economia. A expectativa de crescimento do PIB está caindo, tanto para este ano quanto para o próximo. Para 2016, o mercado esperava que o PIB fosse crescer -3,17%, mas agora já espera -3,44%. Para 2017, a expectativa de crescimento passou de 1,34% para 0,96%”.
As reiteradas decepções das expectativas e as frustrações da confiança, diz o documento, “se devem ao desempenho ainda muito ruim de variáveis como vendas no varejo, com queda de 6,6% nos 12 meses encerrados em setembro, e produção industrial, que diminuiu 7,9%, nos 12 meses encerrados em outubro”.
A derrocada nas vendas do comércio e na produção industrial, prossegue o estudo, “se deve ao desempenho ainda muito ruim de variáveis como a taxa real de juros básica, que passou de 3,5% ao ano em janeiro para mais de 9% em novembro.
Isso acontece porque a inflação está caindo, enquanto a Selic só diminuiu 0,25 ponto porcentual. O crédito às empresas caiu 12,8% nos 12 meses encerrados em outubro e o crédito às famílias, 3,4%. Os investimentos declinaram 13,5% nos 12 meses encerrados em setembro”.(...)

Ver matéria completa na Carta Capital.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

LEI DAS TELECOMUNICAÇÕES NO BRASIL

Senador dispara contra presente bilionário às teles: "Tem uma quadrilha tentando roubar o Brasil"
Roberto Requião (PMDB-PR) acusa Casa Civil e Diretoria do Senado de agir pela Lei das Teles

Do R7
21/12/2016 às 13h29 (Atualizado em 21/12/2016 às 13h31)

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) acusa Casa Civil e Diretoria do Senado de pressionar colegas para retirar assinaturas de recursoJefferson Rudy/Agência Senado.

"O senador Roberto Requião (PMDB-PR), um dos parlamentares que assinaram o mandado de segurança enviado ao Supremo que pede a análise da Lei Geral das Telecomunicações no plenário do Senado, disparou contra o presente de cerca de R$ 100 bilhões às principais operadoras de telefonia do País.

Em vídeo divulgado na internet (assista abaixo), o peemedebista mirou a Casa Civil da Presidência e a Mesa Diretora do Senado.

Requião disse que a matéria, que vai entregar patrimônio público e perdoar dívidas bilionárias às teles, "é uma coisa escandalosa" e que "passou de forma muito rápida na Câmara e para o Senado foi para uma comissão especial sem que os senadores sequer no plenário soubessem o que estava acontecendo".
— São R$ 100 bilhões doados para empresas que tinham a obrigação de prestar um bom serviço de telecomunicações e que por má-gestão não sei porque estão praticamente falidas. Transformam uma concessão numa autorização e entregam R$ 100 bilhões de presente em patrimônio público. Perdoam multas... é um escândalo sem limite.
O senador registrou também a pressão que os senadores que assinaram os recursos no Senado retirassem suas assinaturas. Com isso, o recurso não seria aceito e, portanto, a matéria não iria a plenário. (...)
Entenda o projeto

O projeto, do deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), tem o objetivo de estimular os investimentos em redes de suporte à banda larga, eliminar possíveis prejuízos à medida que se aproxima o término dos contratos e aumentar a segurança jurídica dos envolvidos no processo de prestação de serviços de telecomunicação.
Os senadores, entretanto, pediam que a proposta passasse por mais debates antes de se tornar lei. A principal crítica é a entrega de boa parte da infraestrutura de telecomunicações do País ao setor privado, já que, ao fim das concessões, em 2025, as teles estarão dispensadas de devolver à União parte do patrimônio físico que vinham usando e administrando desde a privatização. Outra crítica é à anistia de multas aplicadas às empresas do setor, ainda que elas estejam assumindo compromissos com novos investimentos.
Transcrito do R7 noticias.







quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Reformas

A austeridade seletiva da PEC 55 e da reforma da Previdência

por Carlos Drummond — publicado 14/12/2016 05h21, última modificação 14/12/2016 17h25

As propostas do governo para aposentadoria e os gastos fustigam os pobres, mas deixam os rentistas a salvo.

Mais trabalho, renda menor. Assim será o futuro 
A política de austeridade defendida pelo governo como única alternativa para recuperar a economia, concentrada nas Propostas de Emenda Constitucional 55, do Teto de Gastos, e 287, da Reforma da Previdência, sacrifica os pobres e protege os rentistas, apontam economistas. A escolha ignora opções menos danosas à sociedade adotadas no Brasil e no resto do mundo.

A PEC 287, encaminhada ao Congresso na terça-feira 6, completa a exclusão das parcelas mais vulneráveis da população pela PEC 55. A proposta eleva a idade mínima de aposentadoria dos trabalhadores para 65 anos, o tempo mínimo de contribuição a 25 anos e condiciona o benefício máximo integral a 49 anos de recolhimento, entre outros dispositivos. 
“Foi feita para pouquíssimos acessarem o benefício. A maioria contribuirá e não usufruirá. Estender de dez para 25 anos o tempo de contribuição exigido para se aposentar e condicionar a aposentadoria integral a 49 anos de contribuições é abusivo”, define a economista Denise Gentil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
No futuro, diz, os brasileiros viverão menos, pois suas vidas serão mais precárias. Na melhor situação, não mais ganharão a média só dos salários mais altos, mas da totalidade dos proventos e isso reduzirá a 76% a aposentadoria integral atual. Terão pior saúde e maior deterioração nas suas capacidades de trabalho, por permanecerem em atividade durante um período mais longo.
Contribuirão por mais tempo e usufruirão por um intervalo mais curto. “A aposta do governo Michel Temer é de que poucos se aposentarão e, desses, pouquíssimos viverão por algum tempo usufruindo o benefício.”

Além de encaminhar a PEC 287, o Executivo, diante de pressões pela queda mais rápida dos juros e boatos de substituição da cúpula da área econômica, acenou com medidas vistas até por economistas conservadores como meros paliativos para a crise.
 As medidas são a retirada de obstáculos aos investimentos, a utilização de bancos públicos na renegociação de dívidas e o direcionamento do crédito para a habitação. Baixar os juros seria mais eficaz para estimular a produção, a criação de empregos e o aumento das contribuições à Previdência, mas reduz os lucros dos rentistas credores da dívida pública. 

“A austeridade no País é seletiva, vale só para os trabalhadores, funcionários e aposentados, obrigados a pagar a conta. Poupa os rentistas, pois está fora de questão baixar significativamente os juros que remuneram os credores da dívida pública e demais aplicações financeiras. Preserva também os empresários, dispensados de devolver as isenções tributárias”, acusa o economista Pedro Cezar Dutra Fonseca, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
“Os rentistas receiam que o aumento dos gastos sociais e do déficit torne o Estado inadimplente no longo prazo e querem ter certeza de que receberão seus rendimentos. Os cortes mostram que, daqui a 10 ou 20 anos, o governo conseguirá honrar o que hoje pede emprestado ao mercado financeiro.”
(...)
Ver matéria completa Carta Capital

 Minas GERAIS

Servidores comemoraram votação na Câmara, que não levou em conta texto que cortaria benefícios

PUBLICADO EM 21/12/16 - 03h00 -Luciene Câmara.

O risco de greve das polícias Civil e Militar (PM) e do Corpo de Bombeiros, às vésperas do Natal, está eliminado em Minas Gerais. Por volta das 16h dessa terça-feira (20), depois de um dia de manifestação de ao menos 15 mil servidores em Belo Horizonte, todos retomaram a rotina com sentimento de vitória. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 257, que trata da renegociação da dívida dos Estados, foi aprovado na Câmara dos Deputados, em Brasília, do jeito que as categorias queriam: sem as condicionantes que representavam cortes de benefícios para trabalhadores do setor público.(...)

Após vitória na Câmara, a orientação, segundo Bahia, era que todos voltassem às atividades. “Mostramos nossa força diante dessa injustiça. Os servidores não têm que pagar por má administração do governo”, disse.

Quem também comemorou foi Oliveira: “foi uma grande conquista para toda a sociedade. Não vão mais colocar o custo da dívida dos Estados nas costas dos servidores”. (Com Aline Diniz e Letícia Fontes/Especiais para O TEMPO) 


Abrangência. Segundo a Anaspra, policiais militares se mobilizaram contra o PLP 257 em outros Estados, mas o movimento teve força maior em Minas. Além da capital, houve manifesto também em Montes Claros, no Norte.

PLP 257. O Projeto de Lei Complementar 257/2016, do Executivo, estabelece critérios para a renegociação das dívidas dos Estados com a União.

Condicionantes. O texto que estabelecia cortes de benefícios para os servidores públicos foi inserido no PLP na sua fase de aprovação no Senado. Segundo a Anaspra, entre as medidas contestadas pelos trabalhadores e retiradas nessa terça-feira (20) na Câmara estavam a obrigatoriedade de o Estado alterar o valor da contribuição previdenciária de 11% para o mínimo de 14%, criar uma previdência complementar e, por um período de até seis anos, não reajustar os salários nem conceder benefícios e vantagens, como remunerações por desempenho, além de não realizar novas contratações nem concursos públicos.

Sanção. Após aprovação, a proposta segue para a sanção do presidente Michel Temer. Para aderir, os Estados não poderão ter aumento das despesas em montante superior à variação da inflação acumulada em 12 meses até junho.


Governador recebe chefe da Polícia Civil

Assim como fez com a Polícia Militar nessa segunda-feira (19), o governador Fernando Pimentel se reuniu nessa terça-feira (20) com integrantes do Conselho Superior da Polícia Civil para manifestar posição contrária às medidas que estavam previstas no Projeto de Lei Complementar 257. Para Pimentel, as condicionantes, como a proibição de reajuste salarial, aprofundariam a crise.
O chefe adjunto da Polícia Civil, Raimundo Nonato Gonçalves, entregou documento pedindo apoio às questões que preocupam a corporação.

Ver matéria completa no jornal O Tempo.


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

POLICIAIS REALIZAM NOVO ATO EM BH, CONTRA A PLP 257



Policiais realizaram um novo ato na manhã desta terça-feira

PUBLICADO EM 20/12/16 - 12h02 JORNAL O Tempo.Aline Diniz
  
 
"O comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, garantiu, na manhã desta terça-feira (20), que não haverá greve. A possibilidade foi levantada após uma manifestação de servidores em frente a Assembleia Legislativa, contra a Proposta de Lei Complementar (PLP) 257, que está sendo discutida no Congresso. A medida trata da renegociação da dívida dos Estados, mas provoca, segundo as categorias, cortes em benefícios de servidores públicos. A Polícia Civil também protocolou nessa segunda-feira (19) um documento informando que a corporação pode entrar em greve se o texto for aprovado. 
  Segundo a PM, os militares que estão no protesto estão de folga, de férias ou aposentados. "Os 44 mil policiais de Minas Gerais estão a postos para servir a população", finalizou o Bianchini.
Manifestantes foram para a frente do prédio administrativo da Polícia Militar cobrar a presença do comandante. 
                                                                                          
  Entenda
O Projeto de Lei Complementar prevê a renegociação da dívida dos Estados com a União. O texto aprovado na Câmara em agosto postergava o pagamento das parcelas dos débitos diante da crise financeira dos Estados.
Depois de ser aprovado na Câmara Federal, o projeto de refinanciamento da dívida recebeu emendas no Senado que afetam os trabalhadores. Agora, o texto terá que passar novamente na Câmara dos Deputados e, se for aprovado, segue para sanção do presidente Michel Temer.
Os governos que aderirem à renegociação proposta terão que adotar contrapartidas como congelar salários e promoções enquanto vigorar o acordo; não poderão fazer publicidade, por exemplo, para comunicar a volta às aulas; terão que elaborar plano de desestatização de empresas públicas. As medidas atingiriam todo o funcionalismo, e não só os servidores da segurança.

Salários de militares

O primeiro posto da hierarquia militar é o de soldado, com salário inicial de R$ 4.098,43. Já a patente de coronel é a mais alta, com salários a partir de R$ 15.776,36, dependendo do tempo de serviço e das promoções, mas que não podem ultrapassar o teto máximo de R$ 36.713,88. Os militares mudam de patente por tempo de serviço, cursos de formação e concursos.
Aposentadoria
Segundo o assessor de imprensa da PM, capitão Flávio Santiago, os policiais se aposentam com salário integral, mas não têm fundo de garantia, nem hora extra e adicional por periculosidade." O Tempo.Aline Diniz
Transcrito do jornal O Tempo.

Servidores protestam contra parcelamento de salário no Rio de Janeiro
Governo decidiu pagar em parcelas o salário de novembro, sem 13º, para maioria da categoria

Do R7
Governo decidiu parcelar salário e provocou protesto de servidoresDIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

"Um protesto nesta terça-feira (20) em frente à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), centro da capital fluminense, reuniu funcionários públicos estaduais para protestar contra a decisão do governo do Estado de pagar em parcelas o salário de novembro, sem 13º, para a maioria dos servidores ativos e pensionistas.                                                                                                     Os trabalhadores da Educação e da Segurança tiveram o salário de novembro quitado em parcela única neste mês.
A temperatura de cerca de 40º não intimidou os manifestantes que ocuparam a Rua 1º de Março na altura do Palácio Tiradentes pela manhã e parte da tarde com faixas e cartazes contra o pacote de medidas. A manifestação foi organizada pelo Muspe (Movimento Unificado dos Servidores Públicos).
As medidas anticrise foram alvo de protestos de servidores em diversas reuniões da Assembleia
O professor de geografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Paulo Alentejano participa de manifestações por melhores salários e condições de trabalho da instituição desde o primeiro semestre, quando a universidade entrou em greve. (...)
O agente administrativo do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) Júlio César Peçanha recebeu o salário de novembro, mas foi à manifestação pelas demais categorias e pelos servidores inativos.
— Nós tivemos nosso vencimento pago, porém nossos aposentados não receberam e os ativos de outras categorias também não e terão o salário parcelado.
Júlio César disse que além do problema salarial, a instituição passa por problemas de superlotação das unidades.
— Nosso sistema deveria comportar hoje mil adolescentes e estamos com mais de 2 mil adolescentes internados. É ruim para nós e para o adolescente que fica exposto a situações degradantes, o que é crime que está sendo cometido pelo Estado.(...)
— A população tem que vir para a rua. Na votação do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviço], os servidores estavam aqui, mas isso atinge a todos que pagam impostos. É importante pensar politicamente, exercer seu papel de cidadãos, conversa com os deputados, pois eles nos representam."
Ver matéria completa no R7 Noticias.
Rio Grande do Sul
Secretário da Segurança Pública avaliou confrontos na Praça da Matriz.RS.
Segundo dia de votação de pacote do governo voltou a registrar tumultos.

Do G1 RS 20/12/2016 18h04 - Atualizado em 20/12/2016 18h04


Brigada Militar inibe avanço de manifestantes em frente à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre (Foto: Roberta Salinet/RBS TV)
Nesta terça-feira (20), segundo dia de votação do pacote encaminhado pelo governo gaúcho à Assembleia Legislativa, o conflito entre manifestantes e Brigada Militar se repetiu do lado de fora do parlamento.
                            Policial civil foi atingido no rosto por bala de borracha (Foto: Polícia Civil).

Minutos antes do início da sessão, gradis foram derrubados, e bombas de gás lacrimogêneo foram lançadas pela polícia. Um policial civil ficou ferido no rosto após ser atingido por bala de borracha durante manifestação contra o pacote do governo Sartori.
Presente na Assembleia, o secretário estadual de Segurança Pública fez uma avaliação sobre a atitude da Brigada Militar, que inibiu a aproximação dos manifestantes do prédio do Legislativo lançando bombas de gás lacrimogêneo.(...)
Ver matéria completa no G1 Noticias/RS