domingo, 20 de março de 2016

ATO EM DEFESA DA DEMOCRACIA -18/03/2016. (II)


 Belo Horizonte (MG) 

Atendendo a convocação da Frente Brasil Popular, o povo vai chegando ... 
Conversando, se politizando, confraternizando, se indignando contra  a corrupção e  o golpe jurídico midiático.  
Aprendendo e ensinando, lutando  pela liberdade  do país.
O senador Aécio Neves (PSDB) foi questionado no ato de BH devido ao fato de ser sempre delatado, mas nunca investigado.
Manifestantes falam da maior mobilização na cidade desde junho de 2013, ao reunir mais de 60 mil pessoas na praça da Estação.



CREDITO : Brasil de Fato.

ATO EM DEFESA DA DEMOCRACIA -18/03/2016. (I)



São Paulo (SP)

MC Sofia, com 12 anos, em cima do palco mandando ver na Avenida Paulista, em São Paulo. "Somos contra o golpe e pela democracia Contra a corrupção a nossa luta é todo dia O povo tá na rua Pela democracia Pelo povo negro Pela democracia Somos contra o golpe Pela democracia Contra a corrupção a nossa luta é todo dia.

ESPAÑOL | Lula en la Paulista: "Aquellos que protestan contra Dilma. No hay problema. Yo nascí en la vida protestando. Pero ellos tienen que saber que las personas aquí, de rojo, son las personas que llevan el pan a la mesa de los brasileros. No tuvieron metro de gratis. No fueron convidados por los medios. Las personas aquí saben el valor de la democracia” La bandera verde amarilla está en nuestra conciencia, en nuestro corazón”


Cerca de 500 mil pessoas participam de ato na Paulista, em São Paulo. Foto: Dilma Bolada/Facebook.

 Curitiba (PR)

Ato com mais de 20 mil pessoas continua forte na noite desta sexta-feira em Curitiba.
CREDITO: Brasil de Fato.









quinta-feira, 17 de março de 2016

Deputado Estadual Rogério Correia é hostilizado por alguns torcedores insatisfeitos com o governo


Em partida da  Libertadores, Rogério Correia foi intimidado por alguns torcedores insatisfeitos com o governo; petista exaltou a história do Atlético para incentivar comportamento democrático entre atleticanos que têm ideologias políticas distintas

Segurança do estádio precisou intervir para proteger o deputado Rogério Correia
PUBLICADO EM 17/03/16 - 23h28

AILTON DO VALE
Em resposta aos que o hostilizaram na noite da última quarta-feira (16), momentos antes do jogo entre Atlético e Colo-Colo pela  Libertadores, no Independência, o deputado Rogério Correia (PT) divulgou um vídeo nesta quinta (17) pedindo para que a torcida possa dar um exemplo ao Brasil, que vive intensa polarização política, sobre tolerância e respeito às diferentes ideologias..
Apesar do imbróglio com a torcida no estádio, Rogério Correia diz que recebeu mensagens de solidariedade de diversos outros torcedores, principalmente, daqueles que torcem pelo Galo.


CREDITO: Jornal O Tempo 



Carta aberta  do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva   

     
Creio nas instituições democráticas, na relação independente e harmônica entre os Poderes da República, conforme estabelecido na Constituição Federal.
Dos membros do Poder Judiciário espero, como todos os brasileiros, isenção e firmeza para distribuir a Justiça e garantir o cumprimento da lei  e o respeito inarredável ao estado de direito.
Creio também nos critérios da impessoalidade, imparcialidade e equilíbrio que norteiam os magistrados incumbidos desta nobre missão.
Por acreditar nas instituições e nas pessoas que as encarnam, recorri ao Supremo Tribunal Federal sempre que necessário, especialmente nestas últimas semanas, para garantir direitos e prerrogativas que não me  alcançam exclusivamente, mas a cada cidadão e a toda a sociedade.
Nos oito anos em que exerci a presidência da República, por decisão soberana do povo – fonte primeira e insubstituível do exercício do poder nas democracias – tive oportunidade de demonstrar apreço e respeito pelo Judiciário.
Não o fiz apenas por palavras, mas mantendo uma relação cotidiana de respeito, diálogo e cooperação; na prática, que é o critério mais justo da verdade.
Em meu governo, quando o Supremo Tribunal Federal considerou-se afrontado pela suspeita de que seu então presidente teria sido vítima de escuta telefônica, não me perdi em considerações sobre a origem ou a veracidade das evidências apresentadas.
Naquela ocasião, apresentei de pleno a resposta que me pareceu adequada para​ preservar a dignidade da Suprema Corte, e para que as suspeitas fossem livremente investigadas e se chegasse, assim, à verdade dos fatos​.
Agi daquela forma não apenas ​porque teriam sido expostas a intimidade e as opiniões dos interlocutores.
Agi por respeito à instituição do Judiciário e porque me pareceu também a atitude adequada diante das  res​ponsabilidades que me haviam sido confiadas pelo povo brasileiro.
Nas últimas semanas, como todos sabem, é a minha intimidade, de minha esposa e meus filhos, dos meus companheiros de trabalho que tem sido violentada por meio de vazamentos ilegais de informações que deveriam estar sob a guarda da Justiça.
Sob o manto de processos conhecidos primeiro pela imprensa e só depois pelos diretamente e legalmente interessados, foram praticado atos injustificáveis de violência contra minha pessoa e de minha família.
Nesta situação extrema, em que me foram subtraídos direitos fundamentais por agentes do estado, externei minha inconformidade em conversas pessoais, que jamais teriam ultrapassado os limites da confidencialidade, se não fossem expostas publicamente por uma decisão judicial que ofende a lei e o direito.
Não espero que ministros e ministras da Suprema Corte compartilhem minhas posições pessoais e políticas.
Mas não me conformo que, neste episódio, palavras extraídas ilegalmente de conversas pessoais, protegidas pelo Artigo 5o. da Constituição, tornem-se objeto de juízos derrogatórios ​sobre meu caráter.
Não me conformo que se palavras ditas em particular sejam tratadas como ofensa pública, antes de se proceder a um exame imparcial, isento e corajoso do levantamento ilegal do sigilo das informações.
Não me conformo que o juízo personalíssimo de valor​es se sobreponha ao direito.
Não tive acesso a grandes ​estudos formais, como sabem os brasileiros. Não sou doutor, letrado, jurisconsulto. Mas sei, como todo ser humano, distinguir o certo do errado; o justo do injusto.
Os tristes e vergonhosos episódios das últimas semanas não me farão descrer da instituição do Poder Judiciário. Nem me farão perder a esperança no discernimento, no equilíbrio e no senso de proporção de ministros e ministras da Suprema Corte.
Justiça, simplesmente justiça, é o que espero, para mim e para todos, na vigência plena do estado de direito democrático.
 CREDITO:Jornal O Tempo  

Lula toma posse em Brasília.





PUBLICADO EM 17/03/16 - 15h20
DA REDAÇÃO
Um pedido de ação popular foi indeferido pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul para proibir a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para cargos que dessem privilégio de foro perante  ao Supremo Tribunal Federal. De acordo com o "G1",  a decisão, liberada na noite dessa quarta-feira, foi da juíza Graziela Bündchen, da 1ª Vara Federal de Porto Alegre. Curiosamente, Graziela é irmã da modelo Gisele Bündchen.
 No entanto, nessa quinta (16), o juiz federal Itagiba Cata Preta Neto da 4ª Vara do Distrito Federal concedeu liminar anulando o termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 Conheça o jurista
O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto postou imagens em sua página pessoal do Facebook, em relação a protestos contra o governo Dilma.
Na rede social, Neto compartilhou uma imagem, onde a legenda convoca a população brasileira para ir às ruas contra o governo do PT e contra a nomeação do ex-presidente Lula, como ministro.

CREDITO: Jornal O Tempo.

A Posse do deputado Mauro Lopes-PMDB   de Minas Gerais.
   

   
AGÊNCIA BRASIL
Ameaçado de ser expulso do PMDB por contrariar a decisão do partido para que nenhum filiado assuma cargos na administração federal até que o diretório nacional decida se o PMDB deixará o governo e entregará todos os cargos que detém, o novo ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC), Mauro Lopes, disse estar tranquilo e não temer a expulsão.
“O conflito que houver no PMDB eu vou ter habilidade [para resolver]”, disse o ministro, ao fim da cerimônia de transmissão do cargo, em Brasília, nesta quinta-feira (17).
Lopes ressaltou que sempre respeitou as normas do PMDB e que as “divergências” são naturais em um momento político como o atual, principalmente no seio de um “partido grande, com pensamentos diversos liberdade de expressão e pensamento”.
 CRÉDITO: Jornal O Tempo.

domingo, 13 de março de 2016

Manifestações contra o governo


Em contagem parcial, Datafolha estima em 450 mil o número de participantes no ato contra o governo de Dilma Rousseff 
por Redação — publicado 13/03/2016 18h15, última modificação 13/03/2016 18h59
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Rovena Rosa/Agência                                                                                                                                                  “O primeiro ato de 2016 contra o governo Dilma Rousseff reuniu centenas de milhares de manifestantes em ao menos 17 estados brasileiros. A maior concentração aconteceu em São Paulo: cerca de 450 mil manifestantes tomaram a Avenida Paulista, em estimativa parcial do Datafolha, divulgada no final da tarde. Já a Polícia Militar de São Paulo estimou em 1,4 milhão os participantes do ato na  Paulista e nas ruas adjacentes e em 400 mil a adesão aos protestos em outros municípios do estado. 
Neste 13 de março, políticos e partidos engrossaram os atos, ao lado de organizações como o Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados Online. Na capital paulista, como nos protestos anteriores, os manifestantes vestiram-se de verde e amarelo e entoaram palavras de ordem contra o PT, Lula e Dilma. Houve também bonecos pixulecos e muitas alusões ao juiz Sérgio Moro, da Operação Lava-Jato.

Ao contrário das outras manifestações, porém, o protesto na Avenida Paulista contou, pela primeira vez, com a participação do governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Após comparecer à manifestação na capital mineira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) reuniu-se com Alckmin na residência do governador antes de seguir para a manifestação. Um grupo chegou a vaiar os políticos, chamando-os de "oportunistas".
 Belo Horizonte reuniu 30 mil manifestantes, segundo a PM. Aécio também é investigado pela Operação Lava Jato e já foi citado quatro vezes em depoimentos. Em São Paulo, a cúpula do governo Alckmin também é investigada por supostos desvios na merenda escolar.
No estado que governou por dois mandatos (2003-2010) e pelo qual é senador

desde 2011, Aécio Neves subiu o tom contra Dilma e defendeu, segundo o site  

do jornal O Globo, "qualquer saída" para retirar Dilma da Presidência. Entre os

caminhos apontados pelo senador, o impeachment, a cassação da chapa pelo

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou ainda a renúncia da presidente. Aécio,

porém, ressaltou que tratam-se de alternativas constitucionais: "Hoje, qualquer

saída, sem a atual presidente da República, dentro da Constituição, é melhor 
do que estendermos esse calvário para o povo brasileiro". 
Em Brasília, a manifestação na capital federal somava 100 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, e 200 mil nas contas dos organizadores do protesto. O deputado Jair Bolsonaro(PP-RJ), um dos políticos a comparecer ao evento, chegou a discursar em um trio elétrico no protesto na Esplanada dos Ministérios.
No Rio de Janeiro, cuja concentração ocorreu em Copacabana, organizadores estimaram o público em 200 mil pessoas - a PM não divulgará nenhuma estimativa oficial. As capitais Recife e Curitiba também arregimentaram protestos com mais de 100 mil participantes: 160 mil na capital do Paraná e 120 mil na do Pernambuco, de acordo com o Datafolha. 
As manifestações receberam cobertura massiva tanto nas redes sociais quanto na Rede Globo, que encurtou e intercalou toda a programação com entradas ao vivo em diversos estados. A #VemPraRuaBrasil ficou em primeiro lugar nos TrendingTopics mun diais no Twitter. “ Carta Capital.

A diretoria da UNE registrou boletim de ocorrência e solicitou proteção policial para a sede da entidade durante os atos pró-impeachment na capital paulista.

Ataque reflete "polarização política na sociedade apoiada no ódio e na intolerância", diz Vitral (UNE)


Para Carina Vitral, presidente da UNE, não é coincidência que o “ataque” tenha acontecido um dia antes das manifestações pró-impeachment. “Reflete o que temos visto nos últimos dias, essa polarização política na sociedade apoiada no ódio e na intolerância, e não no debate público”.
O temor de enfrentamentos e violência, devido à polarização  política, porém, não se concretizou. Os movimentos e partidos defensores do ex-presidente Lula e do governo Dilma Rousseff recuaram e marcaram os atos de apoio ao governo petista para a próxima sexta-feira 18. Na noite anterior aos protestos, porém, houve vandalismo na sede da União Nacional dos Estudantes em São Paulo. 
Por meio de seu perfil oficial no Facebook, Dilma Rousseff criticou o ataque à sede do movimento estudantil: "É intolerável a violência cometida por vândalos que, neste sábado, atacaram a sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), em São Paulo. Trata-se de uma ação violenta, que confunde o debate político saudável e democrático com a disseminação do ódio. Como venho afirmando à imprensa, ações que constituam provocação, violência e vandalismo prestam enorme e preocupante desserviço ao Brasil  “

CRÉDITO: Carta Capital

ASSEMBLEIA ESTADUAL .Com paralisação total de atividades


MST se solidariza com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Nos  solidarizamos com Lula e sua família. A cada dia se evidencia a estratégia de primeiro condená-lo para depois encontrar um crime que justifique a condenação.

Da Página do MST
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) repudia a ofensiva patrocinada pelo conluio da mídia tradicional – controlada por poucas famílias muito ricas – com setores do Ministério Público, Poder Judiciário, Policia Federal e a ala mais conservadora do Congresso Nacional, que busca, concomitantemente, destituir a Presidenta da República democraticamente eleita em 2014, destruir a figura política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criminalizar a política.
Ninguém mais do que a classe trabalhadora sempre exigiu dos poderes do Estado o combate à corrupção e à apropriação indevida dos bens públicos. É uma luta permanente e deve ser tratada, nos marcos da lei, com equidade e isenção contra TODOS os que cometeram tais crimes.
Não é o que vemos nos dias de hoje. A nota assinada por centenas de advogados atesta os dias sombrios que vivemos, promovidos pelo conluio citado, ao denunciar:
“O desrespeito à presunção de inocência, ao direito de defesa, à garantia da imparcialidade da jurisdição e ao princípio do juiz natural, o desvirtuamento do uso da prisão provisória, o vazamento seletivo de documentos e informações sigilosas, a sonegação de documentos às defesas dos acusados, a execração pública dos réus e o desrespeito às prerrogativas da advocacia, dentre outros graves vícios, estão se consolidando como marca da Lava Jato, com consequências nefastas para o presente e o futuro da justiça criminal brasileira.”
Já é notório que os governos do PSDB e suas lideranças políticas, grupos econômicos e, principalmente, as famílias que controlam a mídia tradicional são consideradas inimputáveis pelos crimes que cometem. Faria bem à democracia e às instituições do Estado se as denúncias das ações criminosas cometidas pela Rede Globo, que circulam em blogs independentes e documentadas, fossem apuradas com seriedade e à exaustão pela Justiça.
Já os partidos e políticos identificados com o atual governo são condenados antes mesmo do término das investigações e do julgamento. Uma prática já implementada no julgamento da AP 470, onde um dos réus, José Dirceu, foi condenado sem provas, nas palavras da ministra Rosa Weber, assessorada, em seu voto, pelo juiz Sérgio Moro.
Nos  solidarizamos com ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua família, agredida de forma incessante pelo conluio conservador. A cada dia se evidencia a estratégia de primeiro condená-lo para depois encontrar um crime que justifique a condenação.
Por último, essa crise politica, que afeta as instituições da República, os partidos políticos e a política em si, exigem uma profunda reforma política que deverá ser consolidada em uma nova Assembléia Nacional Constituinte, soberana e independente.

Direção Nacional do MST
São Paulo, 16 de fevereiro de 2016.

 CRÉDITOS: SITE MST.