sábado, 1 de março de 2014

Pausa - É Carnaval

Carnaval: Saúde vai distribuir mais de 100 milhões de camisinhas

Ministério da Saúde lançou campanha de prevenção contra HIV e Aids nesta terça-feira (25) de Fevereiro.
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       ”Atualmente, 340 mil pessoas estão em tratamento contra DST/s e Aids em todo o País. . Cerca de 150 mil brasileiros são portadores do HIV e não sabem que têm o vírus. PREVENÇÃO É  A PALAVRADE ORDEM.

 Thinkstock

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Nova Pequena Idade do Gelo?


Aqui está um mapa da BBC que mostra a extensão da “Big Chill” na América do Norte em 8 de janeiro de 2014.



 E aqui um mapa da extensão da glaciação durante a última era glacial.
           " A onda monstruosa recente de frio intenso que atingiu  o continente americano é parte desta tendência e apesar de a Casa Branca atribuir a causa ao   aquecimento  global, é  interessante  olhar   para  o   perfil   da    última glaciação, quando cobriu o território  continental  dos  Estados   Unidos,   e compará-lo com a recente massa  de  ar ártica que  incorporou  o  território americano..


            E ‘interessante notar que as  temperaturas  do  planeta  nos  últimos 10.000  anos, na  verdade, tem  sofrido uma  tendência  para  a  diminuição. Gráficos abaixo foram desenvolvidos com base na sondagem  realizada  em diferentes partes da camada de gelo da Groenlândia, em alguns lugares até 5 km de espessura. Como faço para reconstruir o  clima do  passado desta maneira? Procurando  dados Climáticos.  Os dados de proxy (ou seja, dados “delegados”) não fornecem uma medida direta de variáveis ​​climáticas, mas baseiam-se nos efeitos que a mudança climática teve em todas as  partes  do nosso planeta, como flora,  fauna, a composição da atmosfera.


Informações relacionadas à temperatura, precipitação, a  composição  química  da atmosfera podem ser obtidas a partir de núcleos de gelo extraídos de geleiras e  a partir de camadas  de  gelo, a partir de  anéis  de  árvores, sedimentos  lacustres  e marinhos, de  corais. Esses dados nos permitem estudar o clima de eras  passadas que    investigam   se   a   mais  de  700   milhões  de  anos  atrás.  Obviamente,   a confiabilidade  e  precisão  dos  dados  é  menos  dos  dados   instrumentais  e  sua disponibilidade é limitada geograficamente, mas eles continuam a ser uma (e só até agora) fonte  de  informações  fundamentais  para  o  estudo  de  climas   passados.

Bem com base em tudo o que temos visto como  o  Período Quente moderno  não era muito diferente ou particularmente quente, em  comparação  com  o  passado recente, mas também muito frio. A primeira frase de Marcott a sua equipe  diz: “As reconstruções de temperatura da superfície dos últimos 1500 anos sugerem  que  o aquecimento recente  não tem precedente.”

Mundo Globalizado

Jovem do Alasca vê Mudando Way of Life

19 de abril de 2008 12:00



O modo de vida das pessoas em Arctic Village está na balança de um clima em mudança.
Libby Casey, NPR
        “Matthew  Gilbert   poderia  ter  um  lugar  na  primeira   fila  sobre  as  mudanças climáticas  se  ele optar por  ficar e assistir. Os  28  anos d e  idade, vive  em  um  dos lugares selvagens, dos Estados Unidos  mais  remotas: Arctic  Village. É  no  extremo norte do Alasca e as fronteiras do  Arctic  National  Wildlife  Refuge. Não há estradas  conectar esta  aldeia  para o mundo exterior, e nesta época do ano, apenas um avião pousa aqui todos os dias.
Gilbert foi criado por seus avós, e todos os dias ele vai até  sua casa  para tomar  um café e uma conversa e para ajudar com as tarefas. Este é o lugar onde ele aprendeu suas primeiras lições de consciência ambiental.
Animais "não pode falar por si", diz o avô, o Rev. Trimble Gilbert. "Mas nós podemos falar por eles.(...)
"Eu tenho que saber o  quanto  meu  povo  Gwich'in  sabe  sobre  a  terra  e o  tempo", diz ele. "Eles  sabem muito, desde  as  coisas mais   pequenas  até as maiores coisas “.

A Way of Life Ameaçado

             “ O verão depois  que  ele  terminou  a  faculdade,  Mateus  recebeu  duas  bolsas  de   grupos ambientalistas. Pagaram-lhe para entrevistar anciãos e caçadores sobre como esta parte do Alaska estava mudando. Ele consultou cientistas e leu relatórios. Mas ele se assustou com o conhecimento de seu próprio povo.
          "Só se formou na faculdade, eu achava que sabia tudo", diz  ele."Eles rapidamente me humilharam."
             Matthew  deu os  mapas  anciãos  e  eles  tinham  as  rotas  de   migração  de   esboço  e   aves aquáticas   habitat.  Mostraram-lhe como  seus  campos  de  caça  e   traplines   estavam  se movendo.
"Povos nativos lá fora, nas áreas rurais do Alasca são observadores durante todo o ano. Se há uma nova fábrica nos próximos, ou um novo animal, que vai ser o primeiro a vê-lo. E eles vão perceber  as  coisas sutis,(...)  
           Em    uma  caminhada  pela   vila, Mateus  ressalta  que os anciãos  citaram  como  evidência  do aquecimento. Um lago onde ele e seus amigos costumavam ir pescar,(...) e  este é um lago de subsistência que  vamos  perder   nos   próximos 10 anos  ou  mais.  Se os lagos  secam,  ele explica, os  peixes   vão  morrer. Em seguida, as aves  migratórias  e  os caribus  irão  seguir em  frente. E  vai jogar o estilo de vida  Gwich'in  em  dúvida.”
Desafios do Ártico
        “Para chegar a  algum lugar fora da aldeia, Matthew pula em  seu  snowmobile.  O Gwich'in  utiliza  os  rios e lagos congelados como rodovias. Mas nos últimos anos, Mateus diz que o rompimento da primavera tem sido irregular.
"As  condições  de  gelo  estão  recebendo  muito  menos  previsível  por  causa   do  aquecimento  global", explica. "Meu avô tentando enviar uma mensagem para todos os caras para terem  cuidado quando saírem .Vocês  tem que atravessar [o gelo] para chegar a algum  lugar -.. Obter animais, madeira, qualquer  coisa (...) "
Mateus reúne seus cinco quilômetros da aldeia, na  base  da Thaa it'sii ou Esquilo Mountain.
"É  um  exercício real", diz  ele, respirando  pesadamente  enquanto  ele  arrasta   os  logs. "É  um  trabalho  em  tempo integral para  viver  aqui. Leva  toda  a  sua  energia para  obter  madeira  e pegar água, porque você tem que ir até o rio e levar um balde e encher um tanque. Você tem que ter um caribu,  que é tão difícil como a  obtenção de madeira, e você  tem  que  fazer coisas a ssim  todas as  semanas, às  vezes  todos  os dias. "
Sua cabine não tem água  corrente, e muito menos acesso à Internet...”

Mudanças climáticas levaram civilizações ao colapso



Período de  frio  e  seca pode ter gerado falta de alimentos e invasões de povos vizinhos, que acabaram destruindo civilizações do Mediterrâneo

Lagos salgados do Chipre, região onde foi realizado o estudo. Evidências mostram que o local já foi um porto, que ficava no centro das rotas comerciais da região (Geological Survey of Belgium/ David Kaniewski)
Um período frio e seco que durou centenas de anos pode ter sido o responsável pelo colapso de civilizações do Mediterrâneo no século 13 a.C., afirmaram cientistas franceses. Diversas civilizações se formaram na região do Mediterrâneo Oriental, se estendendo por territórios que hoje correspondem a países como Egito, Grécia, Chipre, Síria, Turquia e Israel. Até que, no final da Idade do Bronze, por volta de 1.200 a.C., elas entraram em colapso e desapareceram.

Resultado:” Um período frio e seco que durou 300 anos pode ter sido o responsável pelo colapso civilizações do Mediterrâneo no século 13 a.C.
As razões para essa queda ainda são   muito  discutidas  entre os  pesquisadores, e teorias sobre guerras e fatores econômicos já foram levantadas. Porém, nos últimos anos, novos estudos têm indicado que fatores naturais podem ter sido responsáveis pelo acontecimento, esgotando a agricultura, provocando fome e forçando os povos a guerrearem.
Em um estudo publicado  no periódico Plos One, os pesquisadores analisaram 84 amostras de grãos de pólen derivados de sedimentos de um complexo de  lagos antigos em Larnaca, no Chipre, para descobrir as mudanças ambientais que originaram a crise.
Liderados por David Kaniewski, pesquisador da Universidade Paul Sabatier, em Toulouse, na França, eles descobriram evidências de um período de frio e seca que teve início cerca de 3.200 anos atrás e durou três séculos.

Análises de isótopos de carbono e das espécies vegetais do local mostraram que o complexo de lagos havia sido antes um porto, que ficava no centro das rotas comerciais da região, e foi secando gradualmente até se tornar um lago salgado. Em virtude disso, as plantações morreram, o que gerou fome na região e invasões de povos vizinhos — o que teria levado ao colapso das civilizações.
As descobertas estão de acordo com evidências arqueológicas encontradas na região, como hieróglifos e textos em escrita cuneiforme (um dos tipos de escrita mais antigos que já existiram, criado pelos sumérios) que descrevem a fome e as ondas de invasão, no mesmo período em que teria ocorrido a seca descrita no estudo.”

CONHEÇA A PESQUISA
Título original: Environmental Roots of the Late Bronze Age Crisis

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Terra, um planeta de contrastes.

Inverno e Verão mais intensos.


O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) completará seu quinto relatório em novembro. Os trabalhos serão focados no impacto  das mudanças  climáticas e na  maneira como  a  sociedade pode  se  adaptar ou  atenuar esses efeitos... revista  Nature.


           Os efeitos que  os  cientistas haviam previsto, no passado,temperaturas  bem  mais  baixas no  inverno , calor excessivo  no verão, tempestades  mais intensas, aumento do  volume  de  água das chuvas,  da intensidade dos ventos,nos  tufões, furacões  e tornados...tudo isso  seria  resultado  de  mudanças  climáticas  globais que, já estão ocorrendo  agora e provocando  a  perda  de  gelo  marinho, acelerado  aumento  do  nível  do  mar , provocando  ondas  de  frio e  calor  mais  intensas ? Eles  afirmam  que  as temperaturas  globais continuarão a  aumentar  nas próximas  décadas,devido  em grande parte devido a  gases  de  efeito  estufa produzidos por  atividades  humanas. O  IPCC, que inclui mais  de  1.300 cientistas dos  Estados  Unidos  e  outros países, prevê  um  aumento de temperatura de 2,5 a 10 graus centígrados durante o próximo século.  Ou estaríamos  entrando numa nova “Pequena Idade do Gelo”? um mecanismo comum do Planeta, segundo  outros cientistas com visões  totalmente  contrárias  a  da  teoria  do  Aquecimento  Global . O fato é que as mudanças estão ocorrendo e precisamos nos adaptar de alguma forma.

Inverno...

AFPEm Jerusalém
13.dez.2013 – Motoristas abandonam carros durante a pior tempestade de neve da história de Jerusalém, em Israel-Baz Ratner/Reuters.
                                        


A cidade de Jerusalém, situada em uma colina, ficou  paralisada no dia 13/dez/2013, por uma tempestade de neve  histórica, que levou o prefeito a pedir ajuda ao exército para socorrer os motoristas retidos.
"Lutamos contra uma tempestade de uma violência pouco habitual", afirmou o prefeito Nir  Barkat. A neve chegou a 37 centímetros na Cidade Sagrada e em outras áreas da periferia a camada é a ainda mais espessa.

Primeira grande nevasca atinge os EUA em Janeiro de 2014.

 Onda de frio cancelou milhares de voos, lotou abrigos públicos e obrigou  zoológicos a colocarem até ursos polares e pinguins em locais fechados.



Homem caminha em rua coberta de neve na cidade de Indianápolis, no estado americano de Indiana (Nate Chute/Reuters)

Uma grande massa de ar gelado girando sobre os polos é a causa do frio nos EUA.
As temperaturas caíram drasticamente depois que um redemoinho de ar denso e gélido, conhecido como ‘vórtex polar’  é frequente na região do Ártico, se deslocou para o Canadá e a maior parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Conforme os especialistas previam, as baixas temperaturas foram  recordes em  diversas cidades americanas;

Vórtex Polar

Imagem mostra avanço da massa polar sobre a costa leste americana (NASA)
“Essa  gigantesca massa de ar gelado, que gira sobre si própria como um ciclone e fica estacionada sobre os polos:  é o vórtice, o círculo apertado formado por essas fortes correntes de ar. Ele localiza-se na estratosfera (entre 24 e 48 quilômetros de altitude), a camada acima da troposfera, onde vivemos. Ele é um fenômeno  polar padrão do planeta, que existe como as correntes de ar quente e frio que se movimentam todos os anos", diz Samantha Martins, meteorologista do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP).


Canadá e EUA debaixo de forte Nevão.
       

Vancouver / Whitehorse / 
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É também uma das piores vagas de frio dos últimos anos, no Canadá, com temperaturas de 29 graus negativos, em Toronto, que atingiram os -50ºc no norte de Ontário. 03/01/2014   CET






      AuroraBoreal –Jan á Mar/2014. 

      
















Europa e EUA entre gelo glaciar e temporais violentos.


 As margens do Lago Michigan, em Chicago, completamente congeladas.Scott Olson/Getty Imagens/AF
“A  última   semana   foi  marcada  pelos  caprichos  da natureza  nos EUA  e na  Europa  Ocidental. Enquanto no continente europeu, as temperaturas têm sido moderadas, os  americanos  tiveram, uma semana de frio intenso. O tempo enlouqueceu um pouco por todo o lado: enquanto nas costas atlânticas da Europa, em Espanha, Portugal e França, o oceano galopou terra adentro, os americanos foram sujeitos a um clima glaciar.(...)
      Uma reportagem do canal France 2 mostrou a dimensão dos estragos causados em Biarritz, onde vagas de cinco a seis metros pareciam autênticas paredes de água. Num dos assaltos mais violentos, o mar ameaçou a vida de crianças de uma escola de surf.(...)
          Entretanto, do outro lado do Atlântico, foi o frio a impor o rigor. Um frio glacial paralisou os Estados unidos com temperaturas negativas, batendo recordes(...).
Com o norte dos Estados Unidos sob  gelo há vários dias, a vaga glacial avança sobre o sul do país. A culpa, segundo estes especialistas, é do turbilhão polar ,uma cintura de ventos poderosos  que circula em redor do polo, uma fronteira que retém o ar no Ártico, muito ao norte durante a maior parte do tempo.(...)
         Esta fronteira é realmente instável, pode ondular e a maior parte dessas ondulações permitem  por vezes , o ar muito frio desce muito mais a sul, enquanto o ar mais moderado se descola para o norte.(...)
As consequências da  instabilidade desse turbilhão são os 38 graus negativos  no Estado de Wisconsin, 30 negativos em Mineápolis e 11 graus negativos no Texas(...).
        Ao mesmo tempo, esta  violenta descida do ar frio é acompanhada de ventos fortes,que aumentam a sensação de frio. Para a pele humana, 30 graus negativos tem o efeito  de  50 graus e a essa temperatura  a  pele gela  em poucos minutos. Por isso as autoridades pedem aos americanos que fiquem em casa e milhares de escolas permanecem  encerradas.”  Copyright © 2014 euronew


E do outro lado  do Planeta, verão...

                                                                                                                                                                    Brasil 

          Enquanto  isso, os   termômetros   marcam temperaturas  altas no  Brasil. No  dia  14/Jan/2014,  nove  das  dez  estações meteorológicas mais quentes do mundo estavam no Brasil. A mais escaldante era a de Joinville (SC), com termômetros marcando 39  graus  Celsius. No  Rio  de  Janeiro, a  temperatura chegou  aos  38  graus  Celsius, com sensação térmica de  52ºc. ​ Para  os próximos dias, a temperatura deve diminuir, mas não muito.

R i o  - 41ºc

Sensação térmica de 41ºc leva grande número de pessoas às praias do Rio.
 14/01/2014

Secas e enchentes.

Segundo o sumário executivo do Grupo de Trabalho 2 do Painel Brasileiro de  Mudanças climáticas, as alterações nos regimes de chuva devem levar a secas e enchentes mais frequentes e intensas.

Brasil
Picolés de carnes são usados para aliviar calor intenso
em zoológico do RS.
          
 (Foto: Halder Ramos/Divulgação)18/01/2014
Os animais do zoológico de Gramado-RS ,nesse mês de  Janeiro,com temperaturas elevadas (29,8ºc), os felídeos, canídeos e primatas recebem  picolés de carne, peixe e frutas, ficam felizes da vida .

SP registra 381 raios em tempestade de terça-feira.
 14/01/2014.

50 milhões de raios caem no Brasil por anoRodrigo Dionisio/Frame/Estadão Conteúdo
De acordo com os meteorologistas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a grande incidência desse tipo de fenômeno  acontece devido às altas temperaturas e  também  pela  atmosfera  que está mais únima, tipo do verão. 

Moradores se unem para reconstruir Itaóca  -SP  após 'onda' devastar a cidade.
G1 acompanhou  os  trabalhos  feitos  no Município , no interior de São Paulo, durante  o  fim  de  semana. . Prefeitura  afirma que uma  a cada  três pessoas  morreu  em  bairro afetado..
(Foto: Alexandre Lopes/G1)  


                                                                                                                                                                   Idoso tenta atravessar ponte improvisada com  muletas  e  se  desequilibra ...

Filipinas- Chuvas intensas...

 18/01/2014 Do R7, em São Paulo.
Homem passa perto de casas desmoronadas em Sibagat, na ilha filipinas  de Mindano. O país já contabiliza 37 mortos por causa das intensas chuvas, enchentes e desabamentos que tomam conta do país, deixando mais de 300 mil pessoas desabrigadas... 
Foto: 18.01.14/REUTERS/Erik De Castro


Onda de calor na Austrália,    
          
                                                 
       09/01/2014                                  provoca morte de milhares de morcegos na Austrália.

“A onda de calor que atinge a Austrália  provocou  a  morte  de milhares de  morcegos nos últimos dias (Jan/2014).  De acordo com a ONG  Bat  Conservation and  Rescue (conservação e resgate de morcegos), mais de 50 mil animais caíram mortos de suas árvores após sucumbirem ao calor na região de Queensland, no nordeste australiano.
Além dos morcegos, outros animais como papagaios, cangurus e  emus (ave nativa, parecida com o avestruz) estão sofrendo com o forte calor na Austrália. Algumas regiões do país  atingiram a temperatura de 50°C.”
Do G1, em São Paulo


 (Foto: Trish Wimberley/Australian Bat  Clinic/AP).

Edição do dia 16/01/2014
Calor extremo força a interrupção de partidas do
Aberto da Austrália.
“A temperatura chegou aos 43ºc na cidade de  Melbourne.(...)
 Do R7, em São Paulo.


“Em outras regiões do país, o calor ainda foi maior. Na cidade de Adelaide, as temperaturas chegaram a 46ºC.”